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28.12.2012

* Revista WineBrand: Wine Not?

Revista Wine Not?

 

Falar sobre azeite nos dias de hoje era como falar de vinhos há 20 anos atrás. Na época, eu ainda não tinha idade para apreciar esse tipo de bebida mas me lembro bem da garrafa azulada de Liebfraumilch, vinho de origem alemã, sensação no Brasil na década de 90, época em que o governo abriu as importações. Foi a partir da chegada desse vinho que a maior parte dos brasileiros tiveram contato com a bebida pela primeira vez. 

Com o azeite não foi diferente. Era comum vermos no mercado prateleiras repletas da mesma marca em diferentes cores e embalagens. Não havia muitas opções e desconhecíamos a diversidade de produtos. Comprávamos azeite de oliva acreditando que estávamos consumindo um azeite extra virgem. Não sabíamos, e a maioria dos consumidores continuam sem saber, que azeite de oliva é uma mistura de azeite de oliva virgem com azeite de oliva refinado.  Não havia a busca de informações por parte dos consumidores e o azeite era apenas uma commodities.

Com o passar dos anos, o mercado dos vinhos foi se sofisticando. O aumento do poder aquisitivo do brasileiro adicionado ao advento da internet e a facilidade de se obter informações resultou em consumidores mais exigentes. Surgiram diversos cursos de sommelier, confraria, degustações, harmonizações. As garrafas azuis desapareceram e  deram lugar a uma infinidade de rótulos, preços e origens. Hoje o vinho já faz parte da vida da maioria dos brasileiros. Mas e o azeite?  

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